11 de dezembro de 2016

Precisamos Falar sobre o Filme Fallen

Já utilizando o título do nosso querido Gregório Duvivier, hoje nós vamos falar e muito, mas não sobre a Clarice Falcão (que amo de paixão), mas sim sobre Fallen e sua trágica adaptação cinematográfica. Sim meus queridos, quem espera ver uma resenha dizendo o quanto o filme está lindo, já pode ficar a vontade para ler outros posts aqui do blog que são bem legais (tem de tudo: viagens, estilo de vida, dicas cult, receitinhas delícia, tem até um post sobre a Clarice Falcão!). O que não falta é post para todos os gostos.

Ah! Também já aviso que este post é para quem já leu o livro e/ou já viu o filme, pois serão apresentadas profundas comparações entre ambos. Logo, quem não assistiu ao filme e/ou não leu o livro, indico que pare por aqui, pois muito provavelmente existirão spoilers ao longo deste post. Mas se mesmo assim você quiser continuar, sinta-se a vontade.

Então vem comigo que lá vem textão...

Harrison Gilbertson como Cam, Addison Timlin, como Luce e Jeremy Irvine como Daniel

Pois bem, primeiramente narrarei brevemente minha pequena saga ao ir assistir a pré-estréia do filme num shopping aqui do Rio de Janeiro.

Eis que saio do trabalho consideravelmente animada após um corrido dia de trabalho com a minha amiga para enfim, assistirmos ao filme com a presença da Lauren Kate (autora do livro) e Addison Timlin (atriz que interpreta Luce). Ao chegar no shopping, já achamos estranho o fato de nenhum funcionário saber dar informações de como seria a estrutura quando as tão ilustres estrelas estivessem presentes e de não vermos absolutamente nada na área do cinema que desse a entender que ambas estariam lá, nem mesmo um mísero cartaz do filme. Pois bem, após algumas horas de espera e nenhuma informação, eis que a hora do filme se aproxima e somos informadas que devemos entrar na sessão para que elas finalmente saiam de seu esconderijo e entrem na sala de cinema (pois da maneira que a produção nos abordou na entrada do cinema dizendo que elas só apareceriam depois que todas as pessoas já estivessem dentro da sala, a impressão que eu tinha era que elas estavam escondidas em algum lugar observando até que não houvesse mais ninguém do lado de fora). E os que estavam ali aguardando para tentar uma foto com elas? Ou um autógrafo? De jeito nenhum! Todos deveriam estar do lado de dentro da sala para que elas aparecessem. Pois bem, alguns minutos depois que já estávamos dentro da sala, eis que elas chegam, lindas e sorridentes e sim, fiquei muito feliz, pois sou verdadeiramente fã da Lauren Kate, afinal, já li todos os livros escritos por ela, não só toda a série Fallen.

Após um pequeno bate-papo e um entusiasmo da Lauren com relação ao filme que não me convenceu nem um pouco (por que será né?), eis que elas nos deixam e inicia-se as horas de tortura que foram o filme.

Fazendo um breve resumo sobre a história de Fallen para quem não conhece e não se importa com spoilers e mesmo assim está lendo este post, Luce é a personagem que luta para conseguir sobreviver em meio a uma maldição que lhe foi jogada há muitos séculos atrás. Devido a esta maldição, Luce sempre morre após beijar Daniel, tornando-se cinzas (literalmente), e reencarna sempre a cada dezessete anos, obrigando Daniel a viver este ciclo eterno de dor e sofrimento ao ver sua amada morrendo, voltando dezessete anos depois, encontrando-o sempre de alguma forma mesmo que ela não saiba o porquê de sempre ser levada à ele já que não se lembra de nada a cada nova vida e virando cinzas no final. De novo, de novo e de novo. Mas desta vez é diferente. Nesta vida, Luce não virou cinzas após beijar Daniel e há uma forte suspeita de que seja por que nesta vida Luce não foi batizada e nem criada em uma família católica abrindo algum tipo de precedente para que a maldição não acontecesse desta vez.

A graça e emoção de toda a saga é justamente descobrir quem os amaldiçoou e por que eles foram amaldiçoados, assim como por que Luce se torna a peça chave no meio de uma guerra celestial que é travada há seculos. Porém, para meu enorme pavor, já nos cinco primeiros minutos de filme, me deparo com algo extremamente chocante: eles revelaram, de forma profana, noventa por cento do mistério de toda a saga. Sim! É isso mesmo que você está lendo: o que nós, pessoas que curtiam a saga e quiseram lê-la até o final demoramos cinco livros para descobrir, eles já te revelam nos cinco primeiros minutos do filme. Para você que acha que estou sendo dramática ou falando besteira, minha amiga que estava comigo e que havia lido somente o livro Fallen, olhou para mim horrorizada e muito p*** da vida e disse: isso é algum tipo de brincadeira? Eu não preciso mais ler os livros, pois acabei de saber por que tudo isso acontece já que eles acabaram de me contar! Eu, já sem saber o que dizer e o que pensar apenas falei pra ela: Meu Deus! Isso não vai acabar bem. Mas mal sabíamos que o nosso martírio estava apenas começando.

Eis que somos apresentadas a Lucinda, ou Luce como é mais conhecida.


Addison Timlin, como Luce

Tenho que confessar que gostei da escolha da atriz no que diz respeito as características físicas da personagem no livro, pois batem bem com as que são descritas, mas a minha satisfação parou por aí. No melhor estilo Kristen Stewart, nossa eterna Bella, durante todo o filme não conseguíamos saber que tipo de sentimento Addison (Luce) tentava transmitir. Raiva? Dor? Amor? Tristeza? Felicidade? Não era possível saber já que a cara e a voz assim como sua entonação eram sempre as mesmas.

Logo no início quando somos apresentados ao reformatório Sword & Cross, imaginei: Ah que bom! Pelo menos o local será parecido. Sabe de nada inocente! Já que o reformatório do filme não estava caindo aos pedaços como no livro e o principal: não tinha o cemitério no qual os alunos passavam a maior parte do tempo e davam o ar gótico que o livro Fallen possui. Mas até aí você deve estar pensando: você está sendo crítica demais Laisy. Isso são só detalhes. Pois bem, senta lá que ainda vem mais bomba por aí.

Sword & Cross
Eis que então somos apresentados ao Cam com sua entrada triunfal (???), pseudo cara de bad boy e pseudo olhar sedutor. Bom, no livro ele era isso tudo, mas não se pode dizer o mesmo do ator Harrison Gilbertson. De todas as escolhas feitas para esta adaptação, esta foi a pior e mais fora da descrição de qualquer personagem do livro, por mais que ele tenha se esforçado bastante (tenho que admitir).


Harrison Gilbertson, como Cam

Já nestes primeiros minutos de filme vemos que as falas e acontecimentos passam bem longe das descritas do livro e ali o sentimento de frustração já foi criando raiz. Mas é quando as primeiras cenas totalmente "no sense" começam a acontecer, que eu não sabia se chorava, ria ou saía correndo tamanha a minha indignação.

Luce é abordada de forma bem diferente da do livro por Molly (até aí, aceitável, pois o mais importante era mostrar o quanto Molly não gostava da Luce) e então somos apresentados à Ariane. Ahhh a Ariane! Personagem engraçada, carismática, sarcástica e melhor amiga de Luce e que pasmem! Se juntar todas as vezes em que ela apareceu no filme não deve ter contabilizado quinze minutos de participação. E aí eu me pergunto e te pergunto: como uma personagem, melhor amiga da protagonista, que não sai de perto dela no livro, pode fazer míseras participações especiais durante todo o filme? Mas a desgraça não termina aí não... Temos também a Gabbe que conseguiu superar Ariane e aparecer o quê? Cinco minutos o filme todo? Quem não leu o livro deve ter se perguntado: que diabos é essa menina e por que ela existe se mal aparece? E claro que isso também se aplica a Roland.

     
         Daisy Head, como Ariane e Hermione Corfield, como Gabbe

 
Sianoa Smit-McPhee, como Molly e Malachi Kirby, como Roland

Mas acho que como uma forma de compensar o fato de terem praticamente sumido com personagens tão essenciais (principalmente com a Ariane que para mim é indispensável), eles deram bastante ênfase à Penn que no filme, conseguiu ser uma personagem ainda melhor que no livro, mas é claro que como eles não conseguiriam fazer algo cem por cento digno de um elogio, eles mudaram totalmente a história da personagem que no livro era órfã, mas que no filme foi apenas "abandonada" pelos pais naquele fim de mundo. Aí eu me pergunto: com que intuito? Seria tão terrível assim deixar a história dela igual a do livro? Ok que ela sendo órfã ou não, não mudava ou impactava em nada a história e é exatamente por isso que me pergunto por que mudar. Discussões a parte, eis que chegamos a tão aguardada cena (eu estava aguardando muito pelo menos) que é a cena em que finalmente Luce encontra Daniel pela primeira vez nesta vida na Sword & Cross e que no livro é absolutamente sensacional, pois ele, como um completo idiota sem motivo, manda um belo dedo do meio para ela deixando Luce transtornada. Afinal, por que alguém que ela sequer conhece mandaria um dedo do meio para ela? Mas é claro que no filme não seria assim e eles se conheceram da forma mais tosca possível numa biblioteca.

Lola Kirke, como Penn

Falando sobre a escolha do ator Jeremy Irvine, como Daniel, tenho que dizer que também gostei bastante, não pela interpretação já que parecia que ele se esforçava e muito para ser um Edward Collen fazendo altas caras de sofrimento que não convenciam ninguém, mas por suas características físicas que também eram bem parecidas com as do personagem Daniel do livro. Na verdade, gostei muito da escolha de todos os personagens, pois todos se aproximaram muito do descrito, exceto o Cam.

Pois bem, após cenas totalmente jogadas e desconexas como a da estátua que cai sobre Luce, que no livro se passa no cemitério, onde Luce estava cumprindo um castigo após uma briga com Molly, mas que no filme ela está simplesmente catando folhas aleatórias no pátio (???) quando a estátua cai sobre ela e no melhor estilo "carro que vem desgovernado sobre a Bella e o Edward a salva", Daniel aparece do nada com sua "força sobrenatural" e a salva e vai embora sem falar nada. Oh Deus! Por quê?

Pseudo Cemitério no filme

Entendam que não tenho absolutamente nada contra Crepúsculo, pelo contrário, adoro e já assisti mais vezes do que poderia contar. Só me irritou profundamente essa constrangedora tentativa fracassada de imitar o filme. Apenas.

Pois bem, como se toda essa desgraça já não fosse o suficiente, temos um desenrolar da história completamente desconexo, com cenas jogadas, com personagens que deveriam aparecer mas que quase não aparecem e com personagens que não tem qualquer importância aparecendo demais. Agora vamos à lista de coisas que me irritaram profundamente ao longo desta adaptação ou por terem sido desconexas e/ou inventadas:

1) Me irritou - profundamente - o fato de terem literalmente inventado que Luce poderia sair do reformatório quando quisesse desde que tomasse suas pilulas anti-psicótico (???) devido as sombras que ela vê desde pequena. Sim, no livro ela também vê essas sombras e desta vez, ela está mais assustada do que nunca com elas, mas não existe esta possibilidade de simplesmente sair do reformatório, já que ela foi parar lá após estar envolvida numa misteriosa morte em sua antiga escola. Assim como não existe a Luce contando para Penn sobre esse seu "problema" com as sombras, já que no livro seu maior terror era que alguém soubesse que ela via essas sombras e que por causa delas um garoto havia morrido;

2) Me irritou profunda e enlouquecidamente Daniel contando para Luce sobre a maldição como se fosse um graphic novel que ele estava escrevendo (??????????) [Eu seria capaz de colocar interrogações até o fim deste post para tentar expressar a minha indignação com esta parte do filme, mas nem todas as interrogações do mundo seriam suficientes para demostrar o quanto esta cena é absurda] quando na verdade, esse detalhe super ultra mega blaster importante do livro ele conta para ela apenas quando ela já sabe da verdade sobre suas reencarnações e o pior! Ele nem poderia contar este detalhe para ela da forma como foi no filme porque até isso colocaria a vida dela em risco; Neste momento eu já estava querendo arrancar os cabelos...

3) Me irritou profundamente - Deus, como quis gritar de ódio - a parte totalmente inventada em que Luce está com Cam e Daniel juntos, e Cam está tentando desesperadamente convencer Luce que ela deveria ficar com ele e não com Daniel, pois só ele poderia de fato fazê-la feliz criando a droga de um triangulo amoroso que não existe no livro e Daniel dizendo que eles poderiam ficar juntos sim, pois desta vez era diferente já que ela não havia morrido após beijá-lo, criando uma constrangedora cena de discussão amorosa entre os dois na frente de Luce (???). No livro, quando Daniel beija Luce e ela simplesmente não vira cinzas em seus braços como todas as outras vezes, ele não consegue acreditar em seus próprios olhos e fica praticamente em choque sem saber o que está acontecendo, sentindo um misto de alegria por ainda estar com Luce e pavor por não saber o que existe de diferente nesta reencarnação de Luce; Tudo a ver com o filme né? Só que não...

4) E como se não pudesse ser ainda mais absurdo e inventado, ela se joga de uma sacada (???) querendo provar sabe-se lá Deus o quê após dizer à Daniel que sabe de tudo sobre suas vidas passadas e então Daniel a pega nos braços revelando ser um anjo com os efeitos especiais mais toscos que poderíamos ver em pleno ano de 2016. Deus, como eu quis morrer nessa parte. Se desgosto matasse já teria enfartado antes mesmo do filme terminar.

5) Ah e é claro que eu não poderia esquecer do efeito especial que deveria ganhar como o pior do ano, que foi a Luce pilotando uma moto. Oi (???). Luce, de uma menina amedrontada e assustada com tudo o que vem acontecendo, do nada se torna uma aventureira que pilota uma moto e ainda desafia Cam. No livro, após tentar algumas investidas em Luce, Cam a chama para encontrá-lo em um local fora do reformatório e para isso, diz em um bilhete que ela deverá entrar num carro que irá levá-la até o local combinado. No livro, Luce decide aceitar e ir ao local para finalmente dizer a Cam que não existe qualquer possibilidade de ficarem juntos. Mas sabe-se lá Deus por que decidiram mudar por completo também toda essa parte da história só para criar o maldito triangulo amoroso, no filme, Luce vai ao local pilotando uma moto e cheia de segundas intenções com Cam e ao chegar no local, eles se beijam!!!!!!!! Tipo: WTF??? Para quem não leu o livro, não sabe o quão absurda seria esta cena, pois no livro sabemos que Luce não pode ficar com ninguém além de Daniel, uma vez que isto causa a sua morte ou a morte da pessoa que estaria com ela como já havia acontecido com o garoto que ela estava antes e que acabou carbonizado. No livro, Cam tenta beija-la, mas em um outro momento em uma outra circunstância que não se encaixa em nada com a apresentada no filme da maneira que foi, assim como nada se encaixava naquele filme.

6) Como já havia dito, não entendi até agora o motivo de terem revelado em um único filme: por que a maldição existe, quem as jogou sobre eles, por que a Luce se tornou um ponto tão importante numa guerra que é travada há séculos e o que são as sombras que Luce vê desde pequena. Ou seja, toda a essência de toda a saga em um único filme mal feito, mal produzido e desconexo. Palmas para a H2O!

Uma das cenas mais importantes de todo o livro Fallen interpretada e contada da pior forma possível no filme
Luce se jogando da sacada e Daniel a salvando (????)
Luce aventureira (???)
Luce super a fim do Cam quando no livro ela deixaria claro que não existe nada entre eles...

O que me irritou profundamente ao ver tanta coisa inventada e relevada de forma inconsequente, foi deixar a entender para quem não leu o livro, que a historia se trata de um triangulo amoroso fajuto e sem graça quando na verdade a historia é bem mais complexa e completa.

Quando tento tirar algo bom desta adaptação, pois sempre tento enxergar o lado bom das coisas, simplesmente não consigo achar nada. Absolutamente nada e acreditem, isso é realmente frustrante. Não esqueçam que sou completamente apaixonada por essa série e pela Lauren Kate e entendo que entusiastas que esperaram tanto por essa adaptação, fechem os olhos ou até mesmo não queiram ver ou aceitar o quão diferente o filme é do livro, já que a espera por essa adaptação foi enorme, mas sou o tipo de pessoa que tem o seguinte conceito sobre adaptações literárias: se você já tem um livro, com toda uma história já contada, por que se dar ao trabalho de inventar? A essência do filme é a mesma, eles de fato não mudaram a história no geral. Só não entendo por que decidiram contar em um único filme o que você teria que ler os cinco livros da saga para descobrir. Será que a ideia é ser um filme único e eu não sei? A conclusão que consegui tirar é: O filme além de ser todo diferente do livro, ainda conseguiu ser um enorme spoiler de toda a série. Por que fazer uma coisa dessas? Só Deus sabe!

Com tanta frustração, não consigo saber se prefiro que a adaptação seja um fiasco e que pare em Fallen, ou se torço para que façam uma continuação descente. Para os que falam ou não aceitam as pessoas que não gostam de uma adaptação achando que deve-se aceitar tudo o que é levado ao cinema, temos exemplos de adaptações literárias que foram extremamente fiéis aos livros mesmo com modificações feitas para o cinema que são necessárias. Eis alguns: Saga Jogos Vorares, Harry Potter, Garota Exemplar e muitos outros. Livros que foram adaptados de forma inteligente, com as modificações necessárias, mas sempre muito próximo do que deveria ser e não com informações e cenas "jogadas" e inventadas.

Dói profundamente estar criticando uma adaptação que eu estava aguardando ansiosamente, assim como todos os fãs da série Fallen. Acreditem, gostaria de estar escrevendo um post muito diferente deste. Para os que assistiram o filme e não gostaram eu apenas digo: Não perca a fé na série. Apague da memória todo esse desastre que foi esta adaptação e leia o livo! Ele é realmente bom.

Joely Richardson, como Senhorita Sophia e Chris Ashby, como Todd

Ahhh como senti falta deles no filme!!!

2 comentários

  1. Acabei de ver o filme. Concordo com tudo, absolutamente tudo que você disse. Acabei de dar um Google perguntando o por que eles mudariam a vida da Penn. E deu o seu blog. Li seu post e foi como se meus pensamentos e horrores estivessem aqui. Fiquei indignada com tudo que você escreveu. Pra que mudar uma coisa excelente? Acho que eles resumiram porque não pretendem fazer mais filmes. Não sei. Mas vou dizer uma coisa foi bem ruim. Eu amo os livros e vou reler pra ver se tiro essa imagem horrível do filme da minha cabeça.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sabia que ñ estava sozinha nessa minha indignação Aline. O jeito de fato é tentar esquecer todo esse desastre que foi esse filme e continuar com a nossa admiração pelos livros, pois é o melhor que podemos fazer.

      Beijinhos

      Excluir

Seu comentário é muito importante para o blog! Pois graças a ele, sabemos o que vem achando dos nossos posts. Se chegou até aqui para comentar, já agradecemos o seu carinho! Ah... E volte sempre! ♥